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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Brasil precisa formar 100 pilotos a mais por ano para atender à demanda

Por trás das panes aéreas de 2010 está o déficit no setor, que aumenta com a saída de profissionais para outros países emergentes
 
Em 2010, duas panes aéreas por falta de tripulação revelaram o fantasma da aviação comercial: vai faltar piloto no País. Desde 2008, licenças emitidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para piloto de linha aérea caíram quase pela metade. Mas o transporte aéreo cresceu 27% em um ano. Em jogo, está a segurança do passageiro, já que a urgência de mão de obra força empresas a contratar profissionais com menos experiência, dizem especialistas.

A grande dificuldade do setor, segundo a própria Anac, é o alto custo da formação e a debandada dos pilotos para outros mercados emergentes, como Ásia e Oriente Médio. Só na Emirates, que tem sede em Dubai, mais de cem pilotos são brasileiros.

Coincidentemente, é o mesmo número de profissionais que vai faltar anualmente para o mercado nacional. "Pelo menos até a Copa de 2014, vamos precisar de no mínimo cem pilotos a mais por ano além do que temos hoje, em uma estimativa bastante conservadora", afirma o superintendente de Capacitação e Desenvolvimento de Pessoas da Anac, Paulo Henrique de Noronha. "Se a aviação crescer 25% até 2014, vai faltar piloto, sim. E pode ser pior, pode crescer 50%."

Frota. Com o brasileiro viajando cada vez mais - os aeroportos da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) ganharam 20 milhões de passageiros em um ano -, empresas investem em novas rotas e aeronaves, o que demanda mais tripulação. Pelo menos 40 novos aviões foram incorporados às frotas das quatro maiores companhias do Brasil até setembro - TAM, Gol, Azul e Webjet.

Pelo Código Brasileiro de Aeronáutica, isso implicaria em no mínimo 200 novos pilotos, cinco para cada aeronave. A Anac emitiu apenas 192 licenças PLA (piloto de linha aérea) de janeiro a julho deste ano.

"Autoescola". A necessidade de mão de obra esbarra no processo de formação de um piloto, que não é simples. "Demora, é cara e ele não entra na empresa do dia para a noite, precisa de experiência. Em certo ponto, é até uma atividade elitista", explica o diretor técnico do Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea), comandante Ronaldo Jenkins.

"É como uma autoescola, porque ele tem de pagar pelas aulas práticas. E a hora de voo custa hoje, em média, R$ 350", explica Mário Renó, dono da escola de aviação TAS, em São José dos Campos. "A Força Aérea Brasileira já foi responsável por suprir o mercado, hoje não mais. Depois vieram as escolas das empresas, como Varig e Vasp, que eram ótimas e forneciam gente para todo o mercado. Agora é por conta dos aeroclubes", explica.

"Por baixo dos panos, sabemos que tem empresa contratando profissionais com experiência bem baixa", conta Paulo Eduardo Santos, piloto de companhia aérea há 12 anos. "Se por um lado ajuda quem está em formação, por outro prejudica a segurança do passageiro."

"Antes, ninguém entrava com menos de 4 mil horas de voo. Hoje, você já contrata piloto com mil horas", diz Jenkins.
Fonte: O Estado de S. Paulo, 07/11/2010

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Se você fosse chamado para uma entrevista de emprego estaria preparado?


Quem está em busca de um emprego sabe que o processo é desgastante. A expectativa é inevitável, principalmente quando o candidato já passou por algumas etapas da seleção e é submetido à entrevista final. Neste caso, o resultado é sempre uma incógnita. E por mais que, na teoria, sempre seja dito que você deve estar preparado para tudo, na prática a ansiedade e a insegurança tomam conta. Mas como controlar as emoções e se manter na disputa?
Através do curso de Aperfeiçoamento Comportamental para Ingresso no Mercado de Trabalho da Academia do Ar, você encontrará a resposta. Com este curso, estará um passo a frente de seus concorrentes e preparado para enfrentar com sucesso os exames de seleção e entrevistas de emprego.
O curso tem duração de duas semanas. O aluno pode optar por estudar de manhã, tarde ou noite, de segunda a sexta-feira, ou durante três sábados.
As aulas incluem preparação para o mercado de trabalho, marketing pessoal, comunicação verbal, técnicas de redação, planejamento de carreira, gerenciamento de estresse, competência interpessoal, trabalho em equipe e orientação personalizada.
Desde o início do ano, mais de 3 mil profissionais foram selecionados e empregados através da Academia do Ar.

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sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Azul, Embraer e Femama se unem contra o câncer de mama


A Azul Linhas Aéreas Brasileiras, a Embraer e a Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama – FEMAMA se uniram para uma campanha de prevenção ao câncer de mama. O objetivo é aumentar a consciência sobre a importância do diagnóstico precoce para ampliar as chances de cura da doença.

Para simbolizar esta iniciativa, um jato EMBRAER 195 da Azul foi pintado de rosa, cor que simboliza mundialmente a luta contra o câncer de mama. O jato será operado por uma tripulação composta exclusivamente por mulheres, que utilizarão uniformes também na cor rosa. O lançamento da campanha coincide com o Outubro Rosa, movimento mundial de mobilização contra o câncer de mama.
 

 
“O câncer de mama é um dos mais graves problemas de saúde pública no Brasil e no mundo. Por isso, criamos esta ação conjunta com a Embraer e a Femama. A Azul está totalmente comprometida com esta nobre causa”, disse Gianfranco Beting, diretor de comunicação e marca da Azul.

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), a cada ano 12 mil mulheres morrem em decorrência do câncer de mama no Brasil. Ou seja, 33 mulheres perdem a vida por dia no País. “Uma alternativa está no diagnóstico precoce, e é isso que queremos incentivar com a nossa nova aeronave. Em breve, ela fará aparições especiais para promover a luta pela prevenção ao câncer de mama em todos os aeroportos que servimos”, complementou Beting
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Fonte: Sindicato Nacional dos Aeronautas


quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Trip recebe mais um Embraer 175 e três ATRs

A Trip Linhas Aéreas recebeu quatro novas aeronaves este mês para expansão de sua frota. Os modelos, um Jato 175 da fabricante nacional Embraer e três turbo-hélices da francesa ATR, foram escolhidos pelo melhor desempenho dentro do modelo de negócios da companhia aérea. Esse é o 7 jato da companhia.

Com as aeronaves, a Trip passa a contar com 38 aviões o que a coloca mais próxima de sua meta: 40 aeronaves até o final de 2010. “Iniciamos nossas operações há doze anos. Hoje, somos líderes no mercado regional e os jatos da Embraer, grande parceira nesta trajetória, nos auxiliam a interligar grandes distâncias em menor tempo e com todo o conforto que os passageiros requisitam”, afirma Evaristo Mascarenhas de Paula, Diretor de Marketing e Vendas da Trip.

Os turbo-hélices ATR permitem a companhia aérea garantir conforto elevado aos passageiros, segurança, eficiência de combustível e baixo custo operacional. Seu alto desempenho em pistas curtas é primordial para a operação em pequenos aeroportos e a Trip, ao atender 79 destinos no País, está presente em vários deles. “Já temos a segunda maior frota de ATRs do mundo e atendemos ao maior número de destinos no Brasil”, completa Mascarenhas.

Fonte: Sindicato Nacional dos Aeronautas